Em seus quase 60 anos de vida religiosa, Irmã Dulce construiu um dos mais importantes trabalhos sociais do país, atendendo a crianças, adultos, velhos e deficientes físicos e mentais. Nessa página foram reunidas algumas fotos que retratam essa missão de amar e servir ao próximo, trabalho que continua sendo levado adiante mais de dez anos após a morte de sua fundadora.
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Irmã Dulce com seus "filhos"
Irmã Dulce atendia a todos que batiam à sua porta
As doações sempre foram fundamentais para a obra de Irmã Dulce
Irmã Dulce ficou conhecida como o "Anjo Bom da Bahia"
O carinho de Irmã Dulce por seus "pobrezinhos"
Irmã Dulce sempre se preocupou com os mais carentes
As crianças sempre receberam uma atenção especial
"Não entro na área política, não tenho tempo para me inteirar das implicações partidárias. Meu partido é a pobreza." (Irmã Dulce)
"Cristo nos ensinou a dar o anzol e não o peixe àquele irmão necessitado. Mas também nos disse para dar água a quem tem sede e pão aos que têm fome. Então é preciso entender que um faminto pode não ter forças nem mesmo para pescar. Nesse caso, antes de lhe dar o anzol, precisamos lhe dar a água e o pão."
"Não recuso ninguém, porque o doente é a imagem de Deus." (Irmã Dulce)
Duas fortalezas na luta em favor dos mais necessitados: Madre Tereza de Calcutá e Irmã Dulce
"Nossos velhinhos viviam na sarjeta, no chão. Agora, têm conforto, têm amor e todos os cuidados que qualquer pessoa deve receber." (Irmã Dulce)
"Quando nenhum hospital quiser aceitar algum paciente, nós aceitaremos. Essa é a última porta e por isso eu não posso fechá-la." (Irmã Dulce)
Natal das crianças do Centro Educacional Santo Antônio)
Irmã Dulce em sua ronda noturna, recolhendo os desassistidos pelas ruas
"Deus me dá vitalidade. É o meu rochedo e o meu lugar forte. A minha fortaleza, o meu escudo e o meu refúgio." (Irmã Dulce)
Irmã Dulce nas palafitas de Alagados, um dos bairros mais pobres de Salvador
Em sua segunda visita ao Brasil, o Papa João Paulo II visita Irmã Dulce em seu leito de enferma
"Desde o primeiro dia em que coloquei os doentes no galinheiro, me convenci de que tudo dá certo porque sou apenas um instrumento de Deus." (Irmã Dulce)
"A oração é o alimento da nossa alma; não podemos viver sem orar. E a oração pode-se fazer em toda a parte, a qualquer momento." (lrmã Dulce)
Mesmo com apenas 30% da capacidade respiratória, Irmã Dulce continuou com sua missão
Irmã Dulce, muito emocionada, recebe o Papa João Paulo II em sua primeira visita ao Brasil
"Não recuso ninguém, porque o doente é a imagem de Deus." (Irmã Dulce)
Irmã Dulce ainda noviça
Horta mantida no Centro Educacional Santo Antônio
Em 1982, a Rede Globo fez uma "Caso Verdade" sobre Irmã Dulce. Na foto, Natália Timberg, que interpretou o Anjo Bom da Bahia no seriado, e Yoná Magalhães apresentadora do especial de televisão
"Tudo se torna mais fácil quando se tem fé. Não uma fé oscilante, mas uma fé firme Naquele que tudo pode e tudo nos concede." (Irmã Dulce)
Irmã Dulce recebia pessoalmente doações para sua obra
Gestos e palavras de carinho nunca faltavam aos assistidos por Irmã Dulce
"Miséria é falta de amor entre os homens. Deus não gosta de insensíveis."
(Irmã Dulce)
Irmã Dulce confortava seus doentes com muito amor e dedicação
Para as crianças acolhidas, Irmã Dulce era sua mãe
"A luta pode ser cada vez maior, porém tudo é possível e se torna melhor quando se confia em Deus." (Irmã Dulce)
Dom Avelar Brandão Vilela, cardeal arcebispo, em visita à obra de Irmã Dulce
O carinho por Irmã Dulce é expresso mesmo nos pequenos gestos)
Irmã Dulce com sua irmã, Dona Dulcinha, grande companheira de todas as horas
O adeus à Irma Dulce lotou as ruas de Salvador
Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, onde Irmã Dulce ficou sepultada até maio de 2000
Uma multidão foi se despedir do Anjo Bom do Brasil