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“Milagre baiano”: Representantes do STJ e do MP-BA visitam Obras Sociais Irmã Dulce em Salvador

20 de março de 2026
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As Obras Sociais Irmã Dulce (OSID) receberam na manhã de ontem (19) a visita de representantes do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Ministério Público da Bahia (MP-BA). A comitiva foi recebida pela gestora de Captação de Recursos da instituição, Fagna Freitas; pela assessora jurídica, Camila Azi; e pela assessora de Cultura Organizacional e Humanização, Irmã Maiara Santos, que conduziram o grupo em uma verdadeira imersão pela história e o legado de amor e serviço do Anjo Bom do Brasil.

Estiveram presentes a ministra do STJ, Marluce Caldas; o procurador-geral de Justiça, Pedro Maia; a procuradora-geral de Justiça adjunta, Norma Cavalcanti; a desembargadora Rosimayre Gonçalves de Carvalho; e a desembargadora Marielza Brandão. 

Durante a visita, a comitiva conheceu o Santuário dedicado à primeira santa brasileira; incluindo espaços como a Capela das Relíquias, onde repousam os restos mortais da religiosa baiana. O roteiro incluiu ainda o Memorial Santa Dulce dos Pobres, onde os visitantes puderam conhecer mais sobre a trajetória de Irmã Dulce e sua humanitária jornada em favor do pobre, do doente, dos mais necessitados. A visita foi encerrada no Centro de Acolhimento à Pessoa com Deficiência (CAPD), núcleo da OSID que presta assistência integral a pessoas com múltiplas deficiências.

A ministra do STJ, Marluce Caldas, destacou a importância da continuidade do legado deixado pela Mãe dos Pobres, ressaltando o impacto humano e social gerado pela instituição: “A obra de Irmã Dulce não tem fim, porque a instituição que ela deixou segue formando várias ‘irmãs Dulce’. Para mim, é uma honra estar aqui, e ver que existem pessoas que realmente cuidam do próximo, que se preocupam com a saúde física e mental do outro; que cuidam da pessoa de forma integral. Entrar aqui nos traz um sentimento de gratidão e esperança”.

Para o procurador-geral de Justiça, Pedro Maia, a OSID é “milagre baiano”: “Tive a oportunidade, quando criança, de todos os anos, no período natalino, vir aqui com meus pais, onde hoje está o Santuário. Conheci Irmã Dulce e tive a oportunidade de ver, naquela senhora frágil, uma aura que representava a bondade, a determinação de alguém que dedicava a vida a servir aos pobres”.

“Eu saio com o sentimento de que preciso me alimentar cada vez mais desse amor, dessa vocação. Cada um, no espaço que Deus lhe concedeu, pode fazer a diferença. Irmã Dulce construiu uma história a partir do nada. Saio daqui espiritualmente alimentada, fortalecida e, também, motivada a fazer mais, a ocupar mais espaços e a ajudar mais pessoas”, ressaltou a desembargadora Rosimayre Gonçalves de Carvalho.

Para a gestora Fagna Freitas, o sentimento é de alegria e gratidão pela acolhida aos novos visitantes. “Nosso agradecimento aos representantes do Superior Tribunal de Justiça e do Ministério Público da Bahia pela oportunidade de apresentar um pouco da história das Obras Sociais Irmã Dulce e de sua fundadora, a Santa Dulce dos Pobres. De fato, falar do legado do Anjo Bom é falar de um milagre diário; de um amor que há mais 60 anos segue como sinônimo de esperança e cura para milhões de pessoas todos os anos na Bahia, principalmente para os mais necessitados”.

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