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Nas asas do anjo Waldonys

Nas asas do anjo Waldonys

No dia dedicado à Bem-Aventurada Dulce dos Pobres, a família Obras Sociais Irmã Dulce (OSID) conheceu também seu mais novo embaixador. Com a missão de propagar o “Amar e Servir” do Anjo Bom por onde for, o músico, cantor e compositor Waldonys recebeu na última segunda-feira (13), das mãos da superintendente da OSID, Maria Rita Pontes, o título de Embaixador de Irmã Dulce. “Foi uma grata surpresa conhecê-lo, por sua simplicidade, pelo seu jeito de cativar as pessoas e até por se assemelhar a Irmã Dulce no tocar da sanfona e na forma espirituosa de levar a vida. Tenho uma grande admiração por ele e isso foi só uma sementinha que a gente plantou, pois ele nos ajudará a levar as Obras ainda mais longe. Seja em seu paraquedas, seja tomando carona em seu avião, vamos voar nas asas de Waldonys”, relatou emocionada Maria Rita. O artista cearense começou a tocar sanfona aos 10 anos de idade e hoje vem inovando ao adicionar aos seus shows outra paixão: a arte de voar. Waldonys é também piloto de acrobacias aéreas e paraquedista, tendo sido condecorado com o título de Membro Honorário da Esquadrilha da Fumaça e da Força Aérea Brasileira.

A tarde de homenagens ainda reservava fortes emoções quando, após receber o título, o artista tomou sua sanfona e subiu ao palco do auditório do Centro de Ensino e Pesquisa Professor Adib Jatene (CEPPAJ) para cantar ao público que lotava o espaço. Entoando canções que passeavam pela música religiosa e o forró, Waldonys embalou o evento com sua alegria e sensibilidade. “É uma honra e uma responsabilidade muito grande receber essa homenagem. A minha gratidão vai ficar para os meus filhos, meus netos e para as próximas gerações. Eu quero retribuir através de uma música na qual fiz o arranjo. Pensei a princípio em um tango, depois dei uma passeada pelo forró de Luiz Gonzaga. Como Irmã Dulce era sanfoneira também, eu achei por bem executá-la na sanfona”, disse o artista para em seguida emocionar a todos ao tocar a “Ave-Maria” de Gounod. Destaque ainda para a interpretação de canções como “Gostoso demais” e “Sabiá”, de Dominguinhos; e “Asa branca” e “Vida do Viajante”, de Luiz Gonzaga. 

Além de cativar colaboradores e voluntários das Obras com uma mostra do seu show, apresentação que rendeu pedidos entusiasmados de bis, Waldonys aproveitou a tarde festiva para conhecer também as unidades da instituição. Durante a visita, descobriu um pouco mais sobre a história da beata no Memorial Irmã Dulce; conferiu de perto o atendimento prestado aos pacientes na Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) Nossa Senhora de Fátima e fez uma parada no Dulce Café e na Loja Irmã Dulce. O amigo de Dulce encerrou o dia com uma participação especial na programação em honra à Mãe dos Pobres, na Missa dos Funcionários e Devotos realizada no Santuário da Bem-Aventurada. Waldonys protagonizou um dos momentos mais marcantes da celebração ao entrar na igreja, na hora da Ação de Graças, tocando a Ave-Maria em seu acordeon. Caminhando ao seu lado até o altar estava a voluntária mirim Sophie Mendonça, vestida de Irmã Dulce e carregando um acordeon alegórico, representando o instrumento que a religiosa tanto gostava. A cena aconteceu à meia-luz e contou com a participação dos fiéis, que usaram seus celulares para iluminar o caminho por onde passavam os anjos.