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Dia de homenagens a Irmã Dulce

Dia de homenagens a Irmã Dulce

Nada de tristeza! Foi com muita alegria e expressões de fé e de amor que funcionários, pacientes, moradores, alunos e voluntários das Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), além de fiéis e admiradores do Anjo Bom, reuniram-se no dia 13 de março, no Santuário da Bem-Aventurada Dulce dos Pobres, para lembrar os 22 anos do renascimento da religiosa baiana para a vida eterna.

O dia festivo começou com uma missa solene presidida pelo bispo da Diocese de Irecê, Dom Tommaso Cascianelli, que teve a honra de conhecer Irmã Dulce. “É com imensa alegria que celebramos essa data. O dia que Irmã Dulce deixou de ser o Anjo Bom da Bahia para tornar-se o Anjo Bom do Brasil”, disse o bispo. A tarde, outra missa, com a participação do padre Antônio Maria, encerrou o dia de homenagens.

As celebrações relembraram a trajetória de Irmã Dulce, que colocou sua vida a serviço do povo, indo ao encontro dos pobres e excluídos. “É assim que devemos lembrar dela. Dando continuidade à sua missão de amar e servir”, pediu frei Vandeí Santana, reitor do santuário.

Capelão das obras, frei Mário Erk destacou o legado da pobreza, humildade e simplicidade deixado por Irmã Dulce e fez um pedido: “Que neste dia especial para a família OSID, nós possamos pedir a graça de sermos mais orantes e confiantes em Deus”.

Amigo e agora devoto de Irmã Dulce, padre Antônio Maria deu um testemunho emocionado, de quem acompanhou de perto a missão da religiosa: “Ela tinha o dom de ver Cristo transfigurado na miséria do ser humano e serviu aos mais necessitados até o último momento. Neste dia 13 de março, perdemos uma irmã mas ganhamos uma intercessora. Essa é a missão de Irmã Dulce no céu, interceder por todos nós”. Bastante comovido, ele prestou mais uma homenagem interpretando a música “Anjo Azul dos Alagados”, que ele compôs para a amiga.

Ao final de cada celebração, centenas de vozes entoaram o hino em sua homenagem e acolheram com aplausos as relíquias da Bem-Aventurada.