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Missa e inauguração de escultura marcam homenagens a Irmã Dulce nesta sexta-feira

Missa e inauguração de escultura marcam homenagens a Irmã Dulce nesta sexta-feira

Em clima de confraternização e saudade, profissionais, voluntários, pacientes e moradores das Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), além de fiéis e admiradores da vida e obra da freira baiana estarão reunidos na missa que será realizada nesta sexta-feira (25), às 8h30, no Santuário da Bem-Aventurada Dulce dos Pobres (Largo de Roma), para celebrar o aniversário de nascimento do Anjo Bom do Brasil. A missa contará com a presença também de integrantes da rede Amigas de Dulce, que na ocasião vão comemorar um ano de atividades voluntárias em prol da instituição da Mãe dos Pobres. Após a celebração, mais um momento especial: a  inauguração da escultura de Irmã Dulce, no Dulce Café, que será mais um atrativo para admiradores, devotos e turistas. 

A Mãe dos Pobres - Nascida em 26 de maio de 1914, na cidade de Salvador, Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes começou a manifestar interesse pela vida religiosa desde cedo, ainda no início da adolescência. Aos 13 anos de idade, já atendia doentes no portão de sua casa, no bairro de Nazaré. Em 1933, a jovem ingressou na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, no Convento de Nossa Senhora do Carmo, em São Cristóvão (Sergipe). No mesmo ano recebeu o hábito e adotou, em homenagem à sua mãe, o nome de Irmã Dulce. A trajetória do Anjo Bom ficou caracterizada também pelo trabalho assistencial junto às comunidades carentes de Salvador, sobretudo nos Alagados, conjunto de palafitas que se consolidara na parte interna do bairro de Itapagipe. Entre os episódios mais marcantes de sua trajetória está a ocupação, em 1949, de um galinheiro ao lado do convento, após autorização da sua superiora, com os primeiros 70 doentes. A iniciativa deu início à criação das Obras Sociais Irmã Dulce, instituição que abriga hoje um dos maiores complexos de saúde com atendimento 100% gratuito do Brasil, com 3,5 milhões de atendimentos ambulatoriais por ano a usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), entre idosos, pessoas com deficiência e com deformidades craniofaciais, pacientes sociais, crianças e adolescentes em situação de risco social, dependentes de substâncias psicoativas e pessoas em situação de rua.